Ontem (14/01), o Bom Dia DF (telejornal da afiliada da Rede Globo em Brasília) exibiu uma matéria que denunciava o consumo de drogas e bebidas alcoólicas por estudantes no subsolo da Universidade de Brasília (UnB) - o que é proibido pelo regimento interno da instituição. Até aí, nenhuma novidade - é o que ocorre em muitas outras universidades públicas Brasil afora. Porém, cabe alertar que elas têm o papel de produzir conhecimento para a sociedade (nem preciso lembrar que o contribuinte paga a conta, né?), e não de abrigar festas regadas a álcool e drogas promovidas por estudantes que fazem qualquer coisa, menos pegar em livros. Quem gosta de puxar um baseado ou tragar aquela latinha de cerveja que faça isso longe da sala de aula - e sem atrapalhar os estudantes de verdade.
sábado, 15 de janeiro de 2011
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Como funcionários dos Correios cuidam (ou deixam de cuidar) das nossas encomendas
Um cidadão teve acesso a um depósito dos Correios situado no Engenho de Dentro, bairro da Zona Norte do Rio de Janeiro, para receber uma encomenda atrasada e flagrou a "delicadeza" como os funcionários tratam os nossos pacotes que trafegam pelo País de norte a sul e de oeste a leste. Nem mesmo aqueles com o famoso aviso "Frágil!" escapam da displicência dos servidores da outrora bem respeitada estatal. Para quem ainda não descobriu porque aquele DVD do artista predileto chegou arranhado ou o notebook comprado no Mercado Livre veio com algumas peças internas soltas, taí a resposta:
Novela "Ronaldinho Gaúcho" perto do fim (?)
Palmeiras e Grêmio já jogaram a toalha na disputa pelo jogador Ronaldinho Gaúcho após acusarem falta de ética no modo como o irmão e empresário do craque, Roberto Assis, tem negociado o retorno do atleta-badaleiro ao futebol do Brasil. Com isso, o Flamengo está com o caminho praticamente livre para receber o ídolo. Tudo certo? Ainda não. A vinda do R10 dependerá de um acerto final entre Assis e o clube carioca na próxima terça (11/01). Só o tempo dirá se o ex-integrante do Milan voltará em grande estilo ou irá, de modo bem popular, para a "ponte que partiu".
sábado, 8 de janeiro de 2011
Baixaria em alta no início do ano
Acabamos de passar pela primeira semana de 2011 e já estamos cercados de baixaria por todos os lados. Para começar, a música baiana - que já foi um patrimônio de respeito, com direito a artistas do naipe de Gilberto Gil, Caetano Veloso e Dorival Caymmi - nos brindou recentemente com duas novas "pérolas" de gosto duvidoso (se é que já não atingiram um nível mais baixo que isso...). Uma delas conta a história de uma mulher que foi demitida de uma loja de prenome Voceta e, ao reclamar os direitos trabalhistas, recebe do ex-patrão a sugestão de "botar a empresa no pau" (expressão que originalmente significa "acionar uma empresa na Justiça do Trabalho", mas qualquer semelhança com gírias de apelo sexual é mera coincidência...). Já a outra, de autoria do grupo Leva Noiz, conseguiu em algumas semanas uma façanha que Lex Luthor e outros supervilões da editora DC tentaram por mais de 70 anos, sem muito sucesso: destruir a Liga da Justiça. De acordo com a letra, o Super-Man ficou fraco quando o Pinguim atirou a kriptonita e a Mulher Maravilha teve o laço roubado por Lex Luthor e Coringa. Nada demais até chegarmos à estrofe, que entoa: "Foge! Foge Mulher Maravilha. Foge! Foge com o Super-Man". O verbo "foge" é pronunciado de forma a nos levar a crer que o "g" tá sendo substituído oralmente pelo "d", o que confere à mensagem um significado bem menos infantil.
Deixando a área musical, o site Ética na TV divulgou o 18º Ranking Nacional de Baixaria na TV, que lista os programas televisivos campeões de reclamações quanto ao tipo de conteúdo apresentado. Em outros termos: apelo sexual, apologia ao crime, desrespeito a valores éticos e morais, incitação à violência e mais podreiras por aí. O humorístico "Pânico na TV" (Rede TV!) assumiu o inglório topo, seguido de "Se Liga Bocão" (Record/Bahia), "Brasil Urgente" (Band), "A Fazenda" (Record) e "Chumbo Grosso" (TV Goiânia).
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Temos África na final de um Mundial? Sim, senhor!
O ano de 2010 promete ser menos infeliz para a África no futebol. O continente não passou das quartas-de-final da última Copa do Mundo, realizada na África do Sul entre junho e julho, mas pode se orgulhar do Tout Puissant Mazambe ("Todo Poderoso Mazembe", em francês), um time de futebol da República Democrática do Congo que conseguiu quebrar uma tradição do Mundial de Clubes - pela primeira vez, uma final não será decidida entre europeus e sul-americanos. Para isso, a equipe teve de passar pelo Internacional, campeão do mundo em 2006 e um dos grandes favoritos ao título deste ano. Os responsáveis pelo triunfo congolês foram Kabangu e Kaluyituka, que anotaram 1 gol cada no 2º tempo. Não se pode deixar de lado o goleiro Kidiaba, que fez belas defesas e ainda chamou a atenção pela inusitada comemoração, que consistia em se tremer sentado na grama.
No próximo sábado (18/12), o Mazembe decidirá o campeonato mundial de clubes com o vencedor da outra semifinal, entre a Internazionale (Itália) e o Seongnam (Coreia do Sul). Boa sorte aos africanos!
Fonte: Globo Vídeos.
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quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Jogador do Qatar pode ter perdido gol mais incrível da história
Em uma partida entre as seleções de Qatar e do Uzbequistão, um jovem atacante do time do Oriente Médio, Fahad Khalfan, tinha tudo para marcar um golaço a favor de sua equipe. Primeiro, roubou a bola em um momento de desatenção do zagueiro adversário. Depois, manteve a posse com uma furada do goleiro. Ao final, só precisava empurrar a redonda para o fundo da rede. Gol? Por incrível que pareça, não! Após a excelente jogada, Khalfan conseguiu a proeza de acertar a trave e, portanto, pode ter protagonizado o gol perdido mais incrível da história do planeta bola.
Um "lance" que merecia entrar para a galeria dos gols mais perdidos de todos os tempos.
Por que tirar os cartórios judiciais baianos das mãos do Estado
A Bahia conta com cerca de 500 cartórios, mas os cidadãos têm de lidar com duas verdades incontestes sobre essas repartições do Judiciário: são as únicas estatizadas do País (em outros Estados, já passaram para a iniciativa privada) e, de longe, as piores em termos de atendimento ao usuário de seus serviços. Há um bom tempo tramita na Assembleia Legislativa um projeto de lei para privatizar os cartórios, mas o texto original sofreu até agora 134 emendas e, portanto, ainda não há um consenso em torno do assunto.
Enquanto os deputados estaduais e o Tribunal de Justiça baianos ainda discutem, não vou perder tempo e soltar logo meu pitaco: privatizem logo! Por mais que o pessoal antiprivatização demonizem a ideia, defendo que o Estado sairá ganhando com essa medida - e em dobro. O dinheiro que cai no bolso de maus servidores do Judiciários poderia muito bem ser aplicado na contratação de uma empresa privada via licitação para administrar os cartórios. E, de quebra, o Estado ainda recolhe tributos. Bem mais vantajoso, não? Assim pensaram unidades federativas como São Paulo e Rio Grande do Sul, onde os serviços valem o imposto pago. Enquanto isso, o contribuinte baiano sustenta uma carga tributária de nível europeu para ser atendido em nível africano.
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